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A Internet das Coisas: A Arma da Fidelidade do Futuro

Ao se falar do uso da Internet para estratégias e programas de fidelidade, o que vem à mente são os sites dos programas, o uso das redes sociais e até mesmo os gadgets para captação e resgate de pontos.

Isto agora. O futuro será muito mais desafiante com a Internet das CoisasImagem. Esta tecnologia que conecta a Internet aos objetos do nosso dia a dia – tais como automóveis, eletrodomésticos, televisões – para proporcionar ambientes inteligentes, revolucionará a nossa vida, como profissionais de marketing e como consumidores.

Imagine você dirigindo o seu carro e o sistema de som informa que uma das luzes do freio queimou. E mais, recomenda você se dirigir a concessionária bem próxima para substitui-la. Tranquiliza você, ao avisar que o serviço será bem rápido, pois já há um mecânico pronto para atendê-lo. Para facilitar ainda mais, programa o seu GPS do local onde você está para se dirigir até a concessionária. Isto já ocorre hoje com automóveis de alto valor.

Outro exemplo atual. Está em desenvolvimento, provavelmente em testes, uma geladeira que controla o seu próprio estoque. E, mais ela poderá comprar os produtos faltantes, diretamente, do supermercado através o seu cartão de crédito.

Voltando ao futuro. A tecnologia, especialmente a do Big Data, permite integrar elevado volume de dados das coisas com os dados dos seus proprietários. Isto irá permitir às marcas o conhecimento profundo sobre o comportamento do cliente, especialmente em relação ao consumo do seu produto. No caso do automóvel, a montadora poderá saber a sua verdadeira quilometragem, o seu estilo de dirigir, se anda mais no transito intenso ou em estrada, entre muitas outras informações. Assim, as ações de relacionamento para atraí-lo para revisões e manutenções terão retornos muito maiores. Serão infinitas as possibilidades de criar ações conjuntas com os fabricantes de autopeças e as concessionárias para disponibilizar a reposição da peça, no momento certo com a oferta certa. Quando estiver próximo ao momento da troca do veículo, poderá oferecer um modelo totalmente adequado. E ainda mais, pelo conhecimento profundo que tem do seu veículo atual, já apresenta o valor de compra para a troca e um plano de financiamento, em conjunto com a sua instituição financeira, na medida certa para você. Conclusão: muito maior poder de fidelizar o cliente à marca.

Se pensarmos na geladeira, aí não há limites para o que poderá ocorrer. Poe exemplo, a luta pelo espaço ou posição na gondola nos supermercados poderá se tornar coisa do passado. Se a geladeira e os demais eletrodomésticos estiverem conectados à Internet, o principal canal de vendas tenderá a ser o e-commerce. O mais rico gerador de dados sobre o cliente. Assim na Internet das Coisas, a aliança entre as marcas de produtos de consumo e os varejistas será vital. Promoções conjuntas, em ações customizadas ao perfil do cliente com ofertas super pertinentes ao estilo de consumo de alimentos da residência, se tornarão corriqueiras.

Não só a assertividade dos esforços de venda. O verdadeiro domínio do conhecimento exclusivo das informações do comportamento da compra, individualizada por categoria de produto na unidade familiar, será o nome do novo jogo.

Assim, além dos conhecidos “Share of Market”, “Share of Mind” e “Share of Heart”, deverá surgir uma nova métrica, algo que denomino de “Share of Consumer Knowledge”.

Agora, sem dúvida: Criatividade, CRM, Big Data, BI, tecnologia digital e a qualidade do relacionamento com os clientes serão as armas para vencer neste novo mundo, que se aproxima de forma inexorável.

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20 anos de Programa de Fidelidade no Brasil

 

Smiles e Fidelidade TAM completam vinte anos do seu lançamento. Até certo ponto, pode se considerar como o marco zero dos programas de fidelidade de massa no Brasil.Imagem

O que chama a atenção:

Concorrentes no mesmo mercado, as estratégias dos seus programas de fidelidade foram distintas. O Smiles estava de olho no mercado internacional, especificamente nas companhias aéreas americanas. O objetivo era estancar a perda representativa de market share da VARIG na rota para os Estados Unidos, a mais rentável na época. A causa dessa perda foi a migração do segmento mais valioso dos passageiros frequentes – executivos e empresários – para as empresas aéreas americanas, atraídos pelos seus programas de milhagem.

Já o TAM Fidelidade estava focado no mercado doméstico para auxiliar a empresa na consolidação da sua atuação nacional. Naquele momento realizava esforço para alavancar a imagem da marca de âmbito regional para nacional.

Essa diferença entre as estratégias estava patente na mecânica dos programas. A pontuação do Smiles era baseada na quantidade de milhas voadas pelo passageiro. Critério consistente para uma empresa de vôos de longa duração, que queria recompensar os viajantes frequentes pela distancia percorrida em milhas. Assim, o resgate em passagens era proporcional às milhas voadas, baseado em uma tabela. Para trechos nacionais eram necessárias 20 mil milhas voadas. Vôo para os Estados Unidos correspondia a 50 mil milhas voadas. E assim por diante. Mantinha-se a proporção entre as milhas voadas e as milhas necessárias para os destinos internacionais, em função da sua distância. Sistema similar às companhias americanas e das principais empresas aéreas internacionais.

No TAM Fidelidade cada trecho voado era contabilizado com um ponto. Lembrando que os seus destinos estavam limitados ao território nacional. Quando atingisse 10 pontos, o cliente ganhava um vôo grátis para qualquer destino TAM. O que fazia todo o sentido para a estratégia da empresa, uma vez que os seus vôos de maior frequência e quantidade de passageiros eram os de curta distância.

Panorama Atual:

Fidelidade TAM e Smiles mantiveram a liderança nacional entre todos os programas de fidelidade ao longo desses 20 anos. Tornaram-se um dos principais pilares de negócios das respectivas empresas. Smiles foi considerado um dos principais ativos quando a VARIG foi vendida para a GOL. E o Fidelidade TAM se tornou o principal patrimônio e alavanca de negócios do Multiplus, o mais bem sucedido programa brasileiro de coalizão, com ações cotadas no BOVESPA.

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Qual é o Custo da “Decisão Ótima”

Nada de novo. Quando os indicadores começam a sinalizar queda da atividade econômica ressurge a tradicional letargia à tomada de decisões.

O que há de novo. O comportamento de buscar a ”decisão ótima”. Decisão ótima para decidir sobre uma nova estratégia, campanha ou aquisição de um novo sistema. Refiro-me ao comportamento, que ocorre após já se ter concluído o estudo completo com todas as etapas de investigação, planejamento e estimativas financeiras. Ou seja, agora o próximo passo é a decisão.

O que está ocorrendo com frequência: a busca pelo preciosismo, por mais uma reunião, por mais uma opinião, enfim pela procrastinação interminável, que consome meses e meses; ou até mais tempo.

É “o empurrar com a barriga” em nome da prudência!

Na verdade, significa postergar as decisões referentes a novos projetos, novos investimentos em marketing, entre outros. Sobretudo, a infundada crença que as oportunidades de mercado se mantem intactas e blindadas, enquanto se aguarda passivamente por uma sinalização mais consistente e de horizonte mais amplo.

Assim, a clássica métrica do Custo de Oportunidade nos ajuda a refletir. Isto é, quanto a empresa perde de receita, de participação de mercado e de resultados, por sacrificar as oportunidades presentes. Por prorrogar a decisão ou por retardar medidas que podem significar dar as costas ao mercado e aos clientes.

Em termos práticos, no âmbito deste blog, quanto custará à empresa postergar a decisão de desenvolver ou rejuvenescer o seu programa de fidelidade e de retenção? De implantar ou atualizar, por exemplo, a sua Plataforma de CRM?

Ou o seu ponto fundamental, fortalecer a sua estratégia de relacionamento, em momento tão crítico para o seu cliente, como o atual?

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O Automóvel do Futuro será Movido a Relacionamento

Já imaginou o seu futuro carro utilizar uma rede social para se relacionar com você?

Toyota Friend’s a rede social exclusiva para conectar o cliente Toyota com seu carro, sua concessionária e até mesmo com a montadora. Vai fornecer informações do veículo para o seu proprietário, dicas de manutenção e muito mais. O cliente poderá até mesmo optar por estender sua rede para a família e amigos através de outras redes sociais, como Facebook e Twitter.

“Os serviços de redes sociais estão transformando a interação humana e os modos de comunicação”, disse o presidente Akio Toyoda da Toyota. “O automóvel precisa evoluir em sintonia com essa transformação”.  A plataforma tecnológica foi desenvolvida em parceria com a Microsoft e a salesforce.com.

Quer ver o seu futuro carro, movido a relacionamento, em primeiríssima mão? Veja a estrela do Tokyo Motor Show, inaugurado neste sábado 3/12. http://www.youtube.com/user/SouzaAranhaCRM#p/f/6/c4h-SRXaEcQ

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Inove: se ouvir os dogmas do presente…

Como disse Steve Jobs “Inovação estabelece a diferença entre um líder e um seguidor”.

Veja o que disseram alguns seguidores ao longo dos últimos séculos:

♦      Quando os trens foram inicialmente desenvolvidos, o rei da Prússia com a segurança dos defensores do “status quo” previu: “Ninguém vai pagar um bom dinheiro para ir de Berlim a Potsdam, em uma hora, quando você pode montar seu cavalo e chegar lá em um dia de graça”.

♦      Em 1903, o presidente do Banco Michigan deu este conselho a Horace Rackham, advogado de Henry Ford, “O cavalo está aqui para ficar. O automóvel é apenas uma moda, uma novidade”.

♦      Um comitê (por que ainda se criam comitês?) do parlamento britânico concluiu que a lâmpada de Edison jamais seria útil.

♦      Em 1946, Darryl Zanuck, então chefe da 20th Century Fox previu “Televisão não terá qualquer mercado após os primeiros seis meses. As pessoas logo se cansarão de ficar olhando para uma caixa de madeira todas as noites”.

♦      “Um homem foi preso em Nova York por tentar extorquir fundos de pessoas ignorantes e supersticiosas ao exibir um dispositivo, que segundo ele vai transmitir a voz humana a qualquer distância através de fios metálicos, de modo que ele vai ser ouvido pelo ouvinte na outra extremidade. Ele chama este instrumento de telefone. Pessoas bem informadas sabem que é impossível transmitir a voz humana por fios”. – Notícia em um jornal de Nova York 1868

♦      “O que? O senhor faria um navio navegar contra o vento e correntes marítimas acendendo uma fogueira em seu deck? Peço-vos que me desculpe, mas eu não tenho tempo para ouvir tal absurdo.” – Napoleão Bonaparte para engenheiro e inventor Robert Fulton.

Sugestão: escreva nos comentários deste post outra “previsão” de um seguidor. Assim, poderemos criar uma lista extensa para apresentá-la, quando tivermos de defender uma inovação, que contraria algum dogma do presente. Ok?

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Steve Jobs, acima de tudo, o maior gênio de marketing

O excepcional inovador, que ia muito além do design e das funcionalidades tecnológicas. Inovava pela elevada capacidade de sintonizar e compreender, profundamente, os anseios do consumidor no uso da tecnologia no seu dia-a-dia.

Tão brilhante, quanto o lançamento do revolucionário Macintosh e da sua pioneira interface gráfica, foi idealizar um dos comerciais mais memoráveis da propaganda nos Estados Unidos, veiculado uma única vez. O primeiro comercial sobre computadores que não mostrava computador. Uma excepcional solução criativa. Basear o comercial no best seller de George Orwel “1984” o ano de lançamento do Macintosh.

O seu poder de inovação ia muito além do gadget tecnológico. Quando lançou o iPod, criou um novo modelo de negócios. O canal de e-commerce, cujo diferencial permite ao seu consumidor adquirir uma faixa de música isoladamente. Um avanço no respeito à liberdade de consumir e uma revolução na indústria fonográfica.

Steve Jobs, muito mais que um mago da tecnologia, do desenho animado e do design, foi um empreendedor centrado no cliente.

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As 10 Empresas mais Inovadoras do Mundo

A conceituada revista Forbes acaba de publicar o ranking das empresas mais inovadoras do mundo. A Apple não está na pole position, como se poderia supor, ela está na quinta posição. No lugar mais alto do ranking está a Salesforce.com, sem dúvida a estrela mais brilhante do novo mundo da Computação nas Nuvens. A líder do mercado de CRM é a primeira empresa de Cloud Computing a ultrapassar $1.7 Bilhões em receita anual. Posição que alcançou, graças a sua competência em inovação.

Para nós, o destaque do ranking  é a brasileira Natura Cosméticos,  contemplada como a
oitava empresa mais inovadora do mundo. Logo após o super festejado Google, sinônimo
de inovação para muitos.    Veja a lista do Top Ten do ranking:

1  Salesforce.com

2  Amazon.com

3  Intuitive Surgical

4  Tencent Holdings

5  Apple

6  Hindustan Unilever

7  Google

8  Natura Cosméticos

9  Bharat Heavy Electricals

10 Monsanto

O ranking completo, com as pontuações, pode ser visto em: www.forbes.com/special-features/innovative-companies-list.html.
Se desejar melhor conhecer a Salesforce.com, clique em: www.youtube.com/user/SouzaAranhaCRM.

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